segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Renovando

Recomeçar em 2013

Enfim um novo ano recomeça; sim o carnaval acabou levando consigo as férias e o fim do horário de verão ; o que simboliza, retorno das atividades rotineiras: aula, trabalho, dia-a-dia etc. E também é chegada a hora de não mais criar resoluções de fim de ano mais de por tudo em pratica e cada vez mais rápido já que o tempo urge e não podemos esperar "quem sabe faz a hora não espera acontecer..." quem lembra deste trecho da música lembra que hoje então o tempo voa e não podemos temer mas sim juntarmos forças e correr atrás de nossos objetivos mudanças e sim Vida com qualidade! Vamos varrer nossas velhas emoções gastas com o tempo os medos e frustrações e rumo agora a renovação. Um novo ser surge renovado mais bonito e autoconfiante mudando o seu interior mudamos o mundo ao nosso redor. Então vamos lá convictos de que tudo irá se transformar para melhor bem melhor, o pensamento cria e eu executo as minha mudanças - EU no Controle de minha vida! E que venha mais um ano pois queremos viver bem mais plenos e seguros de nós mesmos....Realizando sonhos!

TIMIDEZ

Timidez Segundo Bernardo Carducci (Shyness: The New Solution, in Psychology Today, Janeiro de 2000), 75% das pessoas apresentam condutas tímidas diante de estranhos. Isso quer dizer que três entre quatro pessoas têm dificuldade para se relacionar plena e objetivamente na sociedade. Portanto, os tímidos não são exceção no quadro geral, ao contrário, eles compõem a grande maioria da humanidade. Outra coisa que, a princípio, deve ficar bem clara, é que a timidez, sob o ponto de vista clínico, não é considerada uma doença, embora, em nível acentuado, possa trazer algumas complicações de ordem psicossomática. Os maiores problemas, na prática, são de ordem social. Procurando ser o mais objetivo possível no exame da questão, L.C.Martins afirma que a timidez é, basicamente, um “problema de comunicação”, e que é a partir desta visão – muito mais fácil de ser entendida e trabalhada - que é possível “corrigir a timidez”. Segundo este autor, grande parte das dificuldades no relacionamento humano – principalmente a timidez - decorre de “falhas de aprendizagem”, ou seja, a pessoa reage com timidez porque não aprendeu corretamente a se relacionar com a sociedade. Essa “aprendizagem falha” faz com que a pessoa formule e/ou admita preconceitos que acabam se transformando em crenças, e são essas crenças que interferem diretamente no processo decisório do indivíduo, levando-o a optar pela fuga, ausência, silêncio ou submissão quando precisa decidir, quando precisa se comunicar. No entanto, é perfeitamente possível consertar essas “falhas de aprendizagem”. ......... Não há como discordar que o medo, a ânsia e o preconceito são responsáveis por 90% do sofrimento humano, e que todas as pessoas, indistintamente, convivem com estes sentimentos a vida inteira. A diferença fica por conta da maneira como cada pessoa reage a eles. Os medos, por exemplo, são projeções mentais formuladas a partir de uma experiência dolorosa no passado (tenha sido essa experiência real ou imaginária). O desejo de não sentir novamente a mesma sensação, cria uma espécie de barreira intelecto-emocional que nos impede de agir ou reagir racionalmente quando o fato se reapresenta na nossa vida. Isso “desarranja” o nosso sistema nervoso e desencadeia todo um conjunto de reações bem características, como suor frio, aumento do batimento cardíaco, tremores etc., embora, quase sempre, nada aconteça além desse desconforto. É preciso entender também que todo mundo tem medos, uns mais, outros menos. Mas isto, entretanto, não quer dizer que umas sejam superiores às outras; apenas não foram afetadas com a mesma intensidade. A ânsia tem a ver com a qualidade das nossas expectativas. Ela resulta da não-aceitação do fato de que somos impotentes para modificar o rumo de certos acontecimentos. Isto nos leva a viver numa luta inglória entre a nossa vontade e a realidade (que não pode ser mudada), e a realidade, é claro, sempre vence, muitas vezes trazendo frustração e dor. Já os preconceitos são barreiras intelectuais herdadas ou construídas a partir de falsos juízos. Eles surgem porque todo ser humano precisa ter uma explicação para todas as coisas que os sentidos percebem. Quando a pessoa não encontra essa explicação por si mesmo, aceita a primeira explicação que surge, e esta, então, lhe servirá de base para raciocínios futuros, até que uma nova explicação, mais satisfatória, substitua a anterior. Por isso chamamos este juízo de preconceito (“pré-conceito”). A esta altura você deve estar perguntando o que isso tem a ver com timidez, não é mesmo? A resposta é simples: tudo! Na realidade, a timidez é um estado de ansiedade deflagrado a partir dos nossos medos e preconceitos, principalmente com relação à imagem das outras pessoas. Nada mais que isso. Quando modificamos a imagem dessas pessoas (substituindo um preconceito por um novo conceito, mais coerente e consistente) esse medo deixa de ter sentido. Não há regrinhas milagrosas para corrigir a timidez, isso não existe. O que pode transformar uma pessoa é o conhecimento de novas realidades e a conseqüente substituição de uma “idéia” por outra, venha ela embasada cientificamente ou por “iluminação espiritual”, não importa. O que importa é que ela venha. Os benefícios acontecerão por conseqüência. ......... No mundo há pessoas altas, baixas, gordas, magras, carecas, faladeiras, cultas, displicentes, com piercing, sem piercing, que usam terno, que usam jeans, religiosas ou não, observadoras, extravagantes, tímidas, politizadas, ignorantes, discretas, indiscretas, gananciosas, curiosas, habilidosas, felizes, amarguradas, perdulárias, fofoqueiras, excêntricas, que gostam de esportes, que gostam de música, que gostam de tudo, que não gostam de nada ... Olhe em volta e você verá todo tipo de gente. Gente assim como a gente, que sonha, tem desejos, esperanças, virtudes e defeitos, e que são poetas, cientistas, rezadeiras, solidários, egoístas, fanáticos, fortes, fracos, doutores ou não, que cantam, dançam, gritam, choram, esperneiam, têm calo, caspa, azia, unha encravada... São tantas as diferenças que é impossível encontrar duas pessoas absolutamente iguais; cada uma tem seu tipo, seu jeito, suas manias, seus defeitos e suas virtudes. Ninguém melhor, ninguém pior; todas são diferentes, todas são especiais. Por isso, tentar copiar um “padrão de qualidade” estabelecido seja lá por quem for é o mesmo que negar sua importância diante do mundo. Afinal, são justamente as nossas diferenças que nos fazem únicos. Sem essas diferenças, perdemos a nossa identidade. Portanto - se aceita um conselho - não queira ser igual a ninguém. Apenas, melhore suas diferenças. ......... A pergunta crucial que acompanha o tímido é a seguinte: “o que vão pensar de mim?” Esta preocupação com “o que os outros vão pensar”, é muito parecida com a sensação do medo comum, aquele medo que as pessoas têm de barata, quarto escuro, alma penada etc. É a preocupação com o perigo, com o mal que pode acontecer. Acontece, entretanto, que toda preocupação, seja ela com o que for, é uma projeção fantasiosa que (por ser fantasia) quase sempre carece de lógica; é coisa só da imaginação. Porém – isto é importante - mesmo sendo coisa da imaginação, é real, existe de fato na nossa mente. “A imaginação é mais poderosa do que o raciocínio” Albert Einstein Todos os nossos medos têm a mesma origem. Aliás, a sensação de medo é própria dos animais. É o medo que garante a sobrevivência das espécies; é ele que faz aumentar a produção de adrenalina e nos prepara para o combate ou para a fuga diante do perigo. Se o homem não sentisse medo não sobreviveria. E, por isso, “todas as pessoas sentem medo”, todas. É importante, todavia, manter esse medo sob controle, e a melhor maneira de fazer isso é não dar pernas à fantasia, ou seja, não deixar a imaginação criar mais do que deve. Particularmente, no caso dos tímidos, esta providência é a chave para controlar e até mesmo superar à ânsia. Se a gente consegue diminuir o tamanho e força da fantasia, ou seja, se deixamos de valorizar tanto o que os outros pensam a nosso respeito, a timidez perde naturalmente o sentido. Por isso, o mais importante para o tímido não é vencer a timidez mas sim valorizar menos a opinião dos outros e valorizar mais as suas próprias diferenças.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Decisôes só precisamos de força de Vontade

TODOS TEMOS FORÇA DE VONTADE Pondere sobre o seguinte exemplo: Se alguém lhe pedir para levantar uma barra com pesos que estão no chão à sua frente e perceber que não consegue levantar, certamente não dirá: ” Eu não tenho força.” Irá dizer: “Eu não tenho força suficiente para levantar isso.” Não ser forte o suficiente é o tipo de linguagem mais apropriado, porque isso implica que poderá vir a ser suficientemente forte se trabalhar e esforçar-se para isso. Isto implica forçosamente que você tem força. É exatamente o mesmo para a força de vontade. Claro que você tem força de vontade. Quando você aceita um pedaço de chocolate, não é porque não possui força de vontade. É apenas porque você escolheu não exercitar esse poder nesse exato momento. O primeiro passo na construção e reforço da sua força de vontade, é celebrar o facto que você possui essa força. Você tem força de vontade, tal qual tem músculos nos braços para levantar alguns pesos. O Segundo passo é perceber que a sua força de vontade, tal como os músculos no seu braço, está ai para ser desenvolvida. você tem a capacidade para torná-la mais forte ou deixá-la atrofiar. A reter: Tudo depende de si, a força de vontade é um processo energético interno. Um dos motivos pelo qual me alistei numa tropa de elite como os fuzileiros, foi a intenção de me ensinar a desenvolver auto-disciplina. No início da recruta não percebi este conceito na totalidade, não estando ciente do quanto “eu” não contribuía para a minha auto-disciplina. Pensei que que a disciplina ia-me ser dada por alguém. Rapidamente percebi que os outros não nos dão força de vontade e auto-disciplina. Se quis ultrapassar as dificuldades e vencer os obstáculos, tinha de conseguir por mim. Dica: Nada acontece até nós termos a vontade de fazer as coisas acontecerem. FORÇA DE VONTADE = ATITUDE FACE À VIDA Propormo-nos a fazer algumas coisas quando menos desejamos, colocar mais energia e vontade em algumas acções rotineiras, tentar perceber como podemos retirar mais satisfação de algo que nos tem aborrecido, aprender sempre alguma coisa, mesmo quando a matéria é chata, depende sempre da atitude que cada um de nós tem face à vida. Que tipo e grau de envolvimento queremos ter e dar às coisas, as muito significativas e as menos significativas? A decisão de resposta a este tipo de questões, coloca-nos frente a frente com o nosso grau de vontade. De 0-10 qual acha ser o seu grau de vontade? Esta é uma pergunta de difícil resposta, dado que temos sempre de estabelecer um alvo para a nossa “seta” da vontade. Estabeleça inicialmente por grau de prioridade algumas das coisas que gosta muito e quantifique-as em grau de vontade numa escala de 0-10. Por exemplo: Que vontade tenho para escrever? Que vontade tenho para ler? Que vontade tenho para fazer exercício físico Que vontade tenho para ajudar o meu filho com os trabalhos da escola Agora, estabeleça uma lista por grau de prioridade algumas coisas que não gosta, lhe são difíceis ou chatas, mas que são necessárias fazer e quantifique-as em grau de vontade numa escala de 0-10. Por exemplo: Que vontade tenho para lavar a louça Que vontade tenho para lavar o carro Que vontade tenho para terminar o relatório de vendas Que vontade tenho para acordar cedo e ir correr Que vontade tenho para trabalhar mais horas Naturalmente este exercício coloca-o mais ciente das coisas para as quais se sente com mais ou menos vontade, mas lembre-se, a vontade é uma decisão que depende unicamente de você. Existindo certamente para todos nós vários graus de vontade de acordo com as nossas prioridades, objectivos, gostos e necessidades, a vontade geral na vida depende da atitude e energia como enfrentamos a vida. A vontade é um aliado da boa disposição, positivismo e otimismo. Cultivá-la é uma virtude capacitadora. Dica: E o melhor de tudo é que a força de vontade depende da sua vontade.

Estágios da Força de Vontade

Eu Escolhi.....

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Auto-estima

Algumas regrinhas básicas que se tentarmos seguí-las por mais difícil que seja executá-las irão nos ajudar a encontrar nosso equilíbrio interior e termos mais momentos de Paz - Harmonia e Alegrias. muita Luz